«Qual Cristo, ele, o fungo mais popular entre as mulheres da blogosfera, retornou às lides cibernéticas para nos iluminar com a sua sabedoria depravado-fungosa.» (Pseudo)

quinta-feira, maio 11, 2006

Post motivador

Sentem que o vosso génio não é reconhecido?
Não se preocupem, não o têm.

Como também nunca o hão-de ter, não vale a pena martirizarem-se por causa disso.

Pensem mas é em coisas ao vosso alcance, como respirar e isso.

Deixem as coisas mais elaboradas, tipo fornicação tântrica, para os escolhidos como eu e a Scarlett Johansson.

O quê...

Ainda aí estão??

Ignorais os mandamentos de Pita?

Não o mereceis.

Vá lá, pá, toca daqui.

Andor.

Xôooo!

terça-feira, maio 09, 2006

A Palavra De Pita

«Fodei-vos!»

segunda-feira, maio 08, 2006

Aparições de Fátima: é sempre a mesma mé-mé-é-é-rda

Camaradas:

Aproxima-se o momento de mais uma celebração da aparição da Virgem, o que é de louvar numa altura em que o que elas mais fazem é desaparecer a olhos vistos.

Mas fica aqui o nosso protesto:

Tá bem que ela apareceu aos pastorinhos - mas a pergunta que se impõe é: eles eram pastorinhos de quê? Abelhas? Couratos? Não, de ovelhas.

Estamos fartas de tanta discriminação. Nós, as ovelhas, também vimos a gaja.

Por isso, beatificação das ovelhas, !

Se andas em quatro patas, és peluda e gostas de balir (nota que não conta gostar de ser comida à canzana) junta-te a nós, numa manifestação nunca até hoje vista em Fátima!

Ovelha, carneiro, cabra, cabrito e caprinos em geral: dia 12 de Maio, todas ao Santuário.

Nós também vimosia! Vimu-la! A vimos!

sexta-feira, maio 05, 2006

Post redentor

Reconheço que mesmo para fungo divino sou capaz de andar a exagerar, por isso, também porque Domingo é dia de Missa e tal, aqui fica:

«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»
«Não torno a escrever caralhadas»


Bom fim de semana.

quinta-feira, maio 04, 2006

«O bacalhau quer alho»

Acho que já está na altura de fazer a abordagem que se impõe a esta expressão tão conhecida.

Aprioristicamente consideradas, podemos indicar três formas de interpretação, que passarei a enumerar e descrever:

  1. A interpretação popular: «Ai que giro, o gajo fez um trocadilho com caralho!» é o que mais se ouve por aí. Interpretação básica nos seus termos e seguidores. Uma corrente mais evoluída ainda consegue associar a referência piscícola ao eventual odor genital feminino, mas são raros;
  2. A interpretação humana: «Sim, vernáculo pimba. Engraçado, básico mas ao fim de um certo tempo acaba por enjoar» - é a posição e entendimento tradicional no que tange à expressão em epígrafe.
  3. A interpretação correcta, ou seja, a minha: a expressão revela um despudorado apelo à homossexualidade e ao bestialismo. Passo a desenvolver:

Um bacalhau que se prezasse nunca quereria um órgão reprodutor masculino entumescido pelas guelras acima, a não ser que fosse um valente rabeta; por outro lado, qual o homem que lograria obter alguma satisfação em fornicar com um peixe? A resposta só pode mesmo ser um praticante de bestialismo.

Dir-me-ão alguns: armas-te em engraçadinho, mas a referência explícita a bacalhau remete-nos para a genitália feminina, donde se dever entender a expressão como «a cona quer caralho», com o perdão da expressão.

Para os simples, talvez, como já acima descrevi.

Mas a genitália feminina aparece associada ao ODOR do suprareferenciado peixe, não ao dito em si; daqui se depreende que se cheira, é porque o bacalhau por lá passou: ora aí está, mais uma vez, o bestialismo (se bem que agora na sua vertente heterossexual e inter-género e espécie).

E por hoje é tudo.

quarta-feira, maio 03, 2006

Mais um ódio de estimação

"Queremos que o Governo e o Estado português estimulem a paz e não se deixem embalar nesta lógica de escalada de ameaças que impendem sobre o Irão", afirmou a deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago, em declarações à Agência Lusa.

Foda-se que é estúpida. É no que dá ter sido mal fodida na faculdade, ninguém lhe pegava.

É óbvio que ninguém quer começar (vá lá, acabar) uma guerra com aqueles anormais iranianos, muito menos uma começada pelos anormais americanos, anormais franceses ou quaisquer outros anormais que pensem ficar cá alguém depois de se carregar no botão.

Agora discursos idiotas do género tadinhos dos gajos, têm tanto direito a ter bombas como nós, lá por serem monhés já os estão a discriminar é que já não há pachorra, foda-se.

terça-feira, maio 02, 2006

Com coisas sérias não se brinca

Por... isso... não... vou... fazer... nenhuma... referên... cia... ao... Dia... Mundial... da... As... As... Asma...

Razão de Ciência

Há poucas coisas tão desprezíveis como falar do que se não sabe.

Hoje vou falar sobre o filme do Código de Da Vinci, o qual não faço ideia se já estreou ou não, mas isso agora não interessa nada porque o que eu quero mesmo é elogiar a Igeja Católica e para isso não é preciso qualquer motivo ou explicação, qualquer elogio é divinalmente concebido, logo existe por si independentemente de ser feito.

Mas o que eu queria mesmo dizer é que o livro (que por acaso também não li, mas será uma bela trampa) nunca deveria ter dado lugar a um filme, pois como sabemos a páginas tantas há-de estar o Tom Hanks com aquela voz de falsete a falar para o Código como se estivesse a fala para um côco o que, não sendo inédito na sua «carreira» (ainda que já bem longe dos tempos em que fazia de puto de 8 anos, haja pachorra) retira toda a dignidade ao Leonardo (conhecido como Leo Tripé nas orgias com os «amiguinhos»).

Assim, acredito que a oposição da Igreja Católica, hence* o boicote**, assenta fundamentalmente em três pontos:
  1. O livro é cocó ;
  2. O Tom Hanks é cocó; e
  3. Ponto n.º3.

Por tudo isto, não posso recomendar o livro nem o filme a não ser que, quanto ao primeiro, tenham algum móvel desnivelado em casa e, quanto ao segundo, precisem desesperadamente de um sítio escuro para fazer a chamada marmelada.

(*) Pronto, achei que ficava mais giro em inglês.
(**) A expressão resulta do nome inglês Boycott, que não era um boi cota, antes um latifundiário capitalista irlandês de um séc. que agora não me ocorre mas que era mau como as cobras donde os seus trabalhadores se terem revoltado e recusado a trabalhar em condições desumanas.

«A vida são dois dias, o Carnaval são três»

Vamos lá ver, quem foi o estúpido que fez as contas?

Já agora, se fosse uma pessoa normal ver-me-ia forçado a agradecer mais uma sentida, todavia singela, homenagem à minha grandiosidade: na lista de links da Pseudo, ela subrepticiamente refere-se a este sítio como «Cama, Leão!!», donde indirectamente estar a falar de mim, como é óbvio. Para disfarçar, acrescentou o anão.

sexta-feira, abril 28, 2006

Engolir sapos

Um dos bons indicadores da imbecilidade nacional pode ser facilmente encontrado no portal do Sapo, designadamente naquele quadradito com as chamadas «sondagens».

Às vezes é com cada uma que até mete medo ao susto, do género «prefere inspirar ou expirar? Inspirar/Expirar/Não sabe/não responde».

Esta até nem será das piores, mas como não tenho tempo para mais aproveito para matar dois coelhos de uma cajadada só.

É que sempre me fez muita espécie alguém me dizer o que devo ou não fazer; admito-o, tenho um problema com a autoridade em geral.

Agora não percebo é como é quem existe quem pretenda obedecer a quem não manda nada, como é o caso dos senhores de preto. Havia de ser giro alguém dizer à cara metade «olha, eu bem que gostava de te dar uma trancada, mas os senhores padres, que só o fazem entre eles e com os putos da catequese e dos escutas quando os apanham, dizem que só depois do casamento... e mesmo aí, pinanço com preservativo só em último caso, não se vá dar o caso de não engravidares»...

Mundo de doidos, cacete...

quinta-feira, abril 27, 2006

O Fim do Pitismo?

Depois disto, creio que ando a adorar um falso deus...

Cordão Humano Virtual o Caralho

[Actualizado com o link para o rendimento mínimo do seleccionador]

Os que me conhecem sabem que não é hábito o Cogumelo blasfemar ou praguejar.

Há rumores, alguns até com algum suporte fáctico, que consigo escrever mais que vinte palavras sem me referir a um único foda-se.

Agora alinhar com a bimbalhada na palermice de um patrocinador que nos enraba todo o santo dia entre dois depósitos de gasóleo para apoiar um bando de coxos num jogo de miúdos orientados por um gajo que vai treinar uma equipa adversária... o que é que querem que eu diga «sim, sim, vamos dar o nosso nome, não me importo de pagar mais 10 cêntimos por litro de cada vez que abasteço o carro, até porque as subidas que acontecem hoje no crude só se deviam reflectir no mercado daqui a 2 a 6 meses»?

Pois não digo isso.

O que digo é que vão todos para o caralho que os foda e se fossem trabalhar também não lhes fazia mal nenhum: o facto de não terem cérebro nunca impediu as formigas de trabalharem.

Estás a postar pouco

Acabei de ler ali em cima que estou a postar pouco.

Acredito que na vossa escala de apreensão da realidade, de facto há um ou dois dias que, aparentemente, não aparece aqui nada novo.

Digo aparentemente porque de facto as coisas sobre as quais quero escrever e partilhar convosco, dessa forma contribuindo para a vossa felicidade enquanto seres biológicos com uma existência extremamente limitada, estão muito à frente... vocês não iriam perceber peva.

Antes que me chamem arrogante convencido de merda, vamos fazer um teste...

Ultimamente, tenho dedicado parte do meu tempo a .... ..... .... ..... , nunca esquecendo .... .... ... .... e ......., sendo que então ....... ..... ......, e descoberto o ... .... ...... tem de se desligar, se não fode-se tudo.

Perceberam alguma coisa? Claro que não, no entanto trata-se de material de importância infinitamente superior a coisas como a cura para o cancro e essas tretas básicas.

Por isso, não sou eu que publico pouco - são vocês que não têm capacidade para me perceber.

Vá lá, eu não levo a mal, mas têm de se esforçar mais um bocadinho :-)

terça-feira, abril 25, 2006

Abril

É hoje um facto histórico indiscutível que a revolução de Abril de 1974 não teria acontecido sem a intervenção de seres alienígenas. Mas as coisas não correram tal como planeado.

Tudo começou quando o Departamento Espanhol de Cartografia e Toponímica se queixou ao General Franco que estavam fartos de desenhar o mapa de Espanha como se tivesse levado uma dentada do lado esquerdo: ou bem que se livravam da Galiza, para aquilo ficar a direito, ou bem que se arranjava maneira de conquistar o pequeno rectângulo árido.

Os espanhóis, que também nisto andam sempre à frente, contactaram a Aliança Intergaláctica, que de imediato enviou do futuro um operacional extremamente eficiente, o FDX 2000.

No início de Abril de 74, o FDX, d'asse para os amigos, materializou-se em Lisboa, misturando-se com a populaça. Determinou os pontos de decisão a dominar e encontrou uns militares, achou-os fixes e expôs-lhes os planos de invasão:

- Então isto é assim, ó Telmo...
- Otelo... - resmungou o militar.
- Ou isso. Vocês preparam a malta, arranjam um sinal que seja conhecido por todos para anunciar que as coisas podem começar, estão a correr bem e isso e depois arranjam uns milhares de obnubiladores de memória para que todos os que presenciarem os factos se esquecerem e nem repararem quando tudo isto for espanhol, perceberam? Encontramo-nos daqui a duas horas e tu, ó Telmo, vê lá se arranjas tudo.

Duas horas depois, nova reunião secreta:
- Sr. Foda-se, aqui está o que consegui arranjar - disse Otelo lançando uns papéis gatafunhados para cima da mesa.
FDX analisou-os com cuidado e não consegui evitar uma sonora gargalhada:
- O Paulo de Carvalho a cantar o Depois do Adeus?? O que é que foi, não conseguiram pôr a Amália a dançar a Macarena? Deixem lá... Pode ser que com os obnub... cravos?? Cravos?? Qual é a vossa ideia, que as pessoas os cheirem convulsivamente até caírem para o lado enjoadas?? É escusado, vocês são mesmo broncos. Vou abortar a missão. Por agora, os espanhóis só teriam a perder se os conquistassem. Talvez daqui a 30 anos vocês vendam o País por tuta e meia... Bem, esqueçam-se que alguma vez me viram.

Um clarão iluminou a sala e FDX desapareceu.

Otelo olhou em seu redor, leu os apontamentos e viu a data num calendário pendurado na parede : 24 de Abril de 1974. Olhou para o relógio e suspirou:
- Olha, acho que vou fazer uma revolução. Mas agora já é tarde, é melhor ficar para amanhã. Também, mais dia, menos dia, o que é que interessa?

domingo, abril 23, 2006

Porque hoje é Domingo

Do pós-Pitismo. A dispersão das tribos. Os Cogumitas.

Após a partida de Pita para os Céus, houve choro e ranger de dentes: fome, seca, furacões, ondas gigantes, prolongados momentos de privação sexual e o FCP ganhou mais um campeonato.

A própria Palavra de Pita começou a ouvir-se menos, abafada pela chegada de falsos profetas; o Burro fartou-se e começou a postar menos; outros abandonaram-no; outros nem sabem quem Ele é e o que lhe devem.

Mas houve um sonso que se conseguiu esquivar à fome, seca, furacões, ondas gigantes e prolongados momentos de privação sexual, embora nada tenha conseguido quanto às vitórias do FCP: o minúsculo Cogumelo.

Após a subida de Pita, Cogumelo deu às de Vila Diogo e escafedeu-se com uma limpeza que nunca mais lhe puseram a vista em cima, fixando toda a sua existência numa ilha mágica no Pacífico onde as nativas nunca tinham menos de 18 nem mais de 21 anos. Foi aí que passou a escrito os feitos de Pita, legando todo um relato dos factos tal como efectivamente se passaram às gerações vindouras.

Mas houve algo que permaneceu oculto...

Como qualquer religião que se preze, também o Pitismo deu origem a uma comunidade que fez votos para difundir a sua palavra e assegurar-se que esta não morreria: são os Cogumitas, termo que resume a designação oficial de «Igreja Universal Pítica de São Cogumelo», acreditando no regresso do Mestre, mais não seja à porra do blogue a ver se anima aquilo.

Para manter a ligação da comunidade cogumita ao seu Senhor, desde a primeira hora que os seus membros guardam uma Relíquia, o último legado de Pita nesta Terra antes da Partida: algures, os Cogumitas têm religiosamente guardada, envolta num humilde pano de linho branco, a Última Poia de Pita.

sexta-feira, abril 21, 2006

O seu a seu dono

Vá lá, estou à espera.

O flagelo invisível

Por cada gato que nasce há seis animais que morrem.

quinta-feira, abril 20, 2006

Da arte de bem cavalgá-la em toda a cela (partindo do princípio que está presa, é claro, se não é mesmo sela).

Agora está na moda todos pensarem ter a sabedoria para criar e interpretar leis para postar e comentar na blogosfera, o que só me lisonja por pensarem poder chegar sequer à sola aos meus calcanhares fúngicos.

Pois ESTAS são as leis:
  1. Respeitar o senhor e suserano do blogue acima, por baixo e ao lado de todas as coisas;
  2. Entrar no blogue de joelhos;
  3. Ler sem mexer os lábios ou proferir sons de natureza aerofágica, escatológica ou qualquer outra variante de traques;
  4. Comentar genuflectidos;
  5. Os que estão agora a pensar que querem comentar é os artigos e não os genuflectidos, genuflexão significa prostrar-se de joelhos.
  6. Ajoelhou...
  7. Evitar digitar palavras, assim conspurcando o blogue, como ..., ..., e ... .
  8. Expressões como Mestre Reverendíssimo e Iluminado Timoneiro podem, devendo mesmo, ser utilizadas, salvo se sucedidas por «vai para o caralho» ou similares;
  9. Não pensar que poderão ter uma molécula de humor, muito menos mais gracinha que eu: não conseguem.
  10. Os comentários devem ter o mínimo de relação, já não digo com o artigo em questão, mas com qualquer coisa que não pertença às categorias supercalafragilisticexpialidocious, Terra do Nunca ou Governo Português. Limitem-se a coisas vaga e remotamente susceptíveis de um mínimo de relação com a razão humana, percebem? Pronto, alguém lhes há de fazer um desenho;
  11. Ter frequentado com aproveitamento a 4.ª classe, evitando assim as clássicas confusões entre o "há", "à" e "á" (que, a propósito, não existe), «porque» e «por que» e escrever aberrações como «voçê», «descançado» e o cacete (cacete podem escrever, desde que não precedido de «Reverendo Mestre enfia mas é o» e sucedido por «no rabiosque».
  12. Aos leitores avançados (aqui estou claramente a falar para o boneco) recomenda-se uma correcta construção, articulação e composição gramaticais, evitando pérolas como «gostaria-te de conhecer-te», «atreveria-me a sugerir» e expressões afins;
  13. Ter a humildade para reconhecer o vosso lugar: se não gostam do que aqui encontram vão-se foder e fazer o vosso próprio blogue. Respeito é bonito e eu gosto.
Thus spoke da Mush (é estrangeiro). Agora aguentem-me e não chorem.

A homenagem merecida

Qual Cristo, ele, o fungo mais popular entre as mulheres da blogosfera, retornou às lides cibernéticas para nos iluminar com a sua sabedoria depravado-fungosa. Já não era sem tempo! Estava com saudades de inundar a sua caixa de comentários com aberrações verbais.
Assim falou a Pseudo, a minha primeira comentadora sem testículos (e, na altura, sem blogue), já lá vai quase um ano. Não lhe ensinei nada do que não sabe.